Ainda pouco conhecida pela população, iniciativa pode baratear o crédito ao consumidor final

A edição de novembro da revista Financeiro (http://bit.ly/2eVQSsE) traz uma matéria completa sobre o Cadastro Positivo, algo ainda pouco conhecido por grande parte da população brasileira.

O Cadastro Positivo é um diferencial importante para aqueles que buscam juros menores e prazos mais elásticos para adquirir crédito, seja para comprar um carro, ou mesmo um empréstimo pessoal.

A ferramenta nada mais é que o registro da pontualidade no pagamento das suas contas. Mas, para isso, o consumidor precisa se inscrever e autorizar isso nos birôs de crédito, como Serasa, Boa Vista SCPC e SPC Brasil. Mais informações de como se cadastrar são encontradas nos portais dos três birôs.

Sem o cadastro positivo, bons e maus pagadores ficam nivelados e pagam juros e taxas iguais. Péssimo para os bons pagadores, que pagam pelo risco dos possíveis inadimplentes.

A ideia é bem sucedida em outros países, em que os consumidores já se beneficiam dessa vantagem e pagam menos juros, adquirindo assim bens por um custo total mais baixo. Contudo, dois entraves travam o Cadastro Positivo no Brasil:

  1. A legislação brasileira, com a intenção de proteger o consumidor, exige que ele assine uma autorização específica para que seus dados de bom pagador do Cadastro Positivo sejam compartilhados. Isso se torna um fator inibidor para a expansão da ferramenta.
  2. A baixa divulgação do Cadastro Positivo no Brasil. Os birôs de crédito têm feito um grande esforço nesse sentido, mas, ainda é pouco. Fizemos o vídeo abaixo, que dá uma ideia de como o tema é desconhecido pelos brasileiros.